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 Assunto da Mensagem: tentar reconhecer algumas doenças
MensagemEnviado: sábado jul 17, 2010 2:21 pm 
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seja que doença for ir sempre ao vet urgente ok isto é tudo informação

A Doença Hemorrágica Viral

É uma doença infecto-contagiosa causada por um calicivírus, que afecta os Coelhos.
A DVH é altamente contagiosa, transmitindo-se quer por contacto directo, quer indirecto (através de objectos contaminados, roedores e insectos).
Os objectos contaminados se não forem lavados e desinfectados podem ser uma fonte de contágio mesmo após a eliminação dos animais doentes.

Os animais afectados morrem muitas vezes sem apresentar quaisquer sinais clínicos, outras vezes apresentam sintomas neurológicos (incoordenação, excitação) e por vezes hemorragias pelo nariz ou outros orifícios naturais. Os sintomas manifestam-se cerca de 48 horas após a infecção.A mortalidade pode variar entre os 50 e 100%. Os coelhos que sobrevivem à doença permanecem como portadores e podem continuar a excretar vírus durante aproximadamente um mês.

A prevenção da doença faz-se através da vacinação e controlo de insectos e objectos contaminados.
Os coelhinhos podem ser vacinados a partir dos dois meses de idade e devem fazer um reforço um mês depois. As revacinações são normalmente anuais.


2º-A Mixomatose...
É uma doença infecto-contagiosa que afecta os Coelhos (leporídeos) e causada por um poxvírus denominado fibroma de Shope.

O vírus transmite-se por contacto directo, mas principalmente através de vectores (como por exemplo, mosquitos ou pulgas). Os insectos Ter cuidado com:

Pasteurelose
que se alimentam de sangue, podem manter o vírus activo durante meses e disseminar facilmente a doença.


Os coelhos respiram pelo nariz quase exclusivamente, o que significa que qualquer obstrução à passagem de ar na cavidade nasal leva ao aparecimento de alterações respiratórias.
A causa mais comum de patologia respiratória em coelhos é uma doença infecciosa denominada Pasteurelose. A Pasteurella multocida é uma bactéria comensal, ou seja, habita normalmente no organismo e torna-se perigosa quando as defesas imunitárias estão diminuídas (como por exemplo em situações de stress, ou no decurso de outras doenças).

Os sintomas de pasteurelose podem evoluir em dias, causando alterações principalmente respiratórias, mas pode também aparecer abcessos e infecções do aparelho reprodutor (nomeadamente abortos, infecções uterinas, orquites e mamites) e em situações mais graves septicemia (que é uma infecção generalizada) e mesmo a morte.
As infecções respiratórias decorrem normalmente de uma forma crónica ou subclínica, vulgarmente sob a forma de rinite, mas podem também ocorrer pneumonias, alterações oculares e mesmo otites.

Os abcessos que frequentemente aparecem em coelhos, independente da sua origem (quer por alterações dentárias quer por feridas ocasionais) estão muitas vezes contaminados por esta bactéria, que devido às suas características infecciosas e dependendo da localização dos abcessos pode levar a alterações importantes dos tecidos em redor da infecção, nomeadamente a destruição de tecido ósseo.

A prevenção da pasteurelose é a melhor forma de combater a doença. E passa por medidas simples, como reduzir ao mínimo situações de stress/medo para os coelhinhos, evitar contacto com coelhos “suspeitos”, prevenir o aparecimento de outras doenças que possam fragilizar a sua saúde e, por último, a vacinação.

O tratamento da infecção por pasteurella, depende da forma sob a qual esta se manifesta (através da forma respiratória ou sob a forma de abcessos), mas é sobretudo importante para alcançar o sucesso terapêutico, que este seja iniciado o mais cedo possível! Por isso é necessário estar atento a alterações apresentadas pelo coelhinho, já que, devido muitas vezes à sua natureza tímida e discreta, estas alterações podem facilmente passar despercebidas.
Após a picada pelo insecto contaminado, os sintomas podem aparecer entre cinco dias a uma semana.

Os sinais típicos são edemas generalizados, principalmente em redor da cabeça (olhos e orelhas), disseminando-se rapidamente por todo o corpo.

A doença é na maioria das vezes fatal. A morte pode ocorrer entre 48 horas a duas semanas após o aparecimento dos sinais clínicos.

A prevenção da doença faz-se através da vacinação e controlo de insectos.

Os coelhinhos podem ser vacinados a partir de um mês de idade e devem sofrer revacinações semestrais.


A patologia dentária...

Em coelhos é muito comum. As causas destas alterações podem ser muito variadas, mas estão invariavelmente relacionadas com o facto dos coelhos apresentarem durante toda a vida dentes de crescimento contínuo. A dentição é composta por 28 dentes, para além dos incisivos, que se podem observar facilmente, têm também pré-molares e molares.

Devido às características anatómicas da boca dos coelhos, estes últimos não são fáceis de visualizar. Os incisivos são utilizados para cortar o alimento enquanto os molares e pré-molares servem para moer a comida e reduzi-la a pequenos pedaços. O desgaste dos dentes faz-se através da mastigação e pelo contacto entre dentes.As causas de problemas dentários são muito variadas: podem ser hereditárias, congénitas ou adquiridas (por deficiências durante o crescimento, dieta inadequada ou por trauma).

As alterações de dentes nem sempre são fáceis de diagnosticar. Por vezes os sintomas são apenas ligeiras alterações do comportamento, como comer ou beber menos e mudanças de hábitos alimentares. Devido à sua natureza tímida e discreta, os coelhos não manifestam de uma forma evidente a dor ou mal-estar, por isso muitas vezes quando nos apercebemos das alterações, estas podem estar a decorrer já de uma forma crónica e podemos estar perante inflamações e infecções graves (abcessos das raízes dentária com envolvimento ósseo) e que dificultam muito o tratamento e podem mesmo resultar em alterações irreversíveis.

As alterações dentárias (devido ao relacionamento dos dentes com outras estruturas anatómicas), podem levar a patologias como o aparecimento de abcessos (com localização variável de acordo com os dentes afectados), rinites, sinusites, alterações oculares e alterações neurológicas.

O tratamento de patologia dentária em coelhos depende das alterações observadas.
É necessário um exame oral completo (que pode implicar anestesia para permitir uma inspecção cuidada da cavidade oral) e recorrendo a exames auxiliares (como radiografias) para auxiliar numa decisão terapêutica.O tratamento varia de uma simples correcção de um sobrecrescimento de dentes, a excisão de abcessos, remoção dos dentes afectados e outros procedimentos de acordo com o grau de envolvimento de outras estruturas da cabeça.
O sucesso terapêutico está sempre relacionado com o diagnóstico precoce de patologia dentária mas também do tipo de dentes afectados e das alterações já presentes.




Os coelhos são muito asseados, por isso lambem muito o pêlo, e por vezes engolem quantidades do mesmo.

Como não têm capacidade de vomitar como os gatos, no seu estômago forman-se bolas de pêlo.

Para isto não acontecer,escove o seu coelho, principalmente a cada 3 meses, que é quando se dá a mudança de pêlo, dê muito feno, e solte-o diariamente.





Hipotermia

Os coelhos não devem tomar banho nem tanto molhar-se, porque são muito sensíveis a variações de temperatura.

Durante a altura do calor devem estar á sombra, sem perigo de haver efeito de estufa. De preferência ponha um azulejo no chão da gaiola para o coelho poder se deitar sobre ele, desta forma estabiliza melhor a temperatura do seu corpo.


Perigos caseiros

Uma casa inofensiva para si nem sempre o é para o seu coelho. Existem 2 situações que muitas vezes provocam a morte de coelhos e que podem bem ser evitadas:
- Um dessas situações diz respeito ao perigo de electrocução em fios elétricos. Os coelhos são animais muito curiosos que exploram constantemente o território, nomeadamente roendo os diferentes tipos de materiais que estão ao seu alcance. Se um desses materiais for um fio eléctrico então podem morrer. Proteja por isso os fios que tem espalhados pela casa, cobrindo-os com calhas ou introduzindo-os nos cabos para fios.

- Outra situação comum é a ingestão de plantas tóxicas, podendo causar morte por envenenamento. As suas plantas decorativas podem ser fatais para o seu coelho. No caso de não o serem, então o seu coelho é que será fatal para as plantas. Como tal é conveniente afastar o coelho das plantas e vice versa.

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Editado pela última vez por Sandra K em terça jul 20, 2010 4:38 pm, num total de 10 vezes.

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MensagemEnviado: sábado jul 17, 2010 2:25 pm 
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É preciso um titulo Sandra.

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MensagemEnviado: sábado jul 17, 2010 2:39 pm 
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Ótimo artigo, muito interessante!

Apenas aproveitando, outro fator que pode ocasionar a desinteria é a falta de água no organismo, o que pode ocorrer em dias muito quentes, por isto é importante sempre disponibilizar água fresca para os coelhinhos.

Lambidelas da Bibi...


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MensagemEnviado: sábado jul 17, 2010 2:45 pm 
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É preciso um titulo Sandra.

ok chefe :smt005

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MensagemEnviado: sábado jul 17, 2010 6:35 pm 
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Não sei se notaram mas parte do que está escrito foi feito por mim e pela Ana Alexandre.


Peço para retirarem o que está escrito e reencaminhem para o sitio no Site do coelho Anão na área da Saúde.

A moderação tomará providencias

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MensagemEnviado: domingo jul 18, 2010 6:57 pm 
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Impactação: é uma obstrução do intestino devido à ingestão de pêlo ou areia de gato, baixa ingestão de fibras.
Parasitas internos: protozoários, vermes redondos e chatos. Aparecem devido à falta de higiene e afetam os animais mais jovens. Prejudicam o desenvolvimento e a absorção de alimentos.
Enterites bacterianas: causadas principalmente por salmonela e clostridium. O animal apresenta anorexia e diarréia. Estresse, mudanças brusca de alimentação, dieta inadequada e intoxicação por antibióticos predispõem ao problema.
Doenças respiratórias: são causados por bactérias e fungos de ambientes contaminados. O animal apresenta espirros, tosse, secreção ocular e nasal.
Doenças de pele:
• Sarnas: causam irritação, inflamação, coceira e lesões na pele;
• Fungos: causam perda de pêlo, ressecamento da pele, descamação, prurido e inflamação na cabeça e extremidades;
• Alopecias localizadas: ocorre devido à falta de proteína ou reação alérgica ao material da cama;
• Podo dermatite ou úlcera plantar: ocorre principalmente devido à falta de higiene do fundo das gaiolas. Excesso de peso, gaiolas pequenas e cama ruim podem predispor ao problema.

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Editado pela última vez por Sandra K em segunda jul 19, 2010 4:27 pm, num total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: domingo jul 18, 2010 7:05 pm 
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[quote]DermatofitoseTambém designada “Tinha”

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, é uma micose superficial provocada por fungos, os Dermatófitos, que secretam enzimas (queratinazes) que degradam a queratina da pele, pêlo e unhas dos animais. As principais espécies envolvidas são o Trichophyton mentagrophytes e o Microsporum canis. Estes fungos têm uma distribuição mundial, assumindo uma grande importância epidemiológica, na medida em que, tratando-se de uma zoonose, é um problema de saúde pública. É uma doença contagiosa, afectando sobretudo animais debilitados e imunodeprimidos, como idosos, jovens, fêmeas gestantes ou lactantes. Existem também uma série de factores predisponentes que favorecem o seu desenvolvimento, como sendo a humidade e temperatura, o contacto com solos animalizados, deficientes condições higiénicas, antibioterapia e corticoterapia, imunodeficiência, carências alimentares (vitaminas A e D). A transmissão ocorre por contacto directo com animais infectados, ou por contacto indirecto com fómites (escovas, pentes, camas, …). Os sinais clínicos caracterizam-se geralmente por lesões alopécicas de conformação circular, com eritema periférico, hiperqueratose, escamas e crostas, assim como pêlos finos que caem facilmente. As lesões expandem-se centrifugamente, e formam grandes “peladas” circulares típicas. Estas lesões são, geralmente, não pruriginosas. Podem ser invadidas secundariamente por agentes bacterianos, provocando lesões infecciosas mais graves. Outras lesões observáveis são pápulas, pústulas ou furúnculos, nódulos purulentos inflamatórios, hiperpigmentação. As lesões localizam-se principalmente ao nível da cabeça, orelhas, membros, cauda e unhas. O diagnóstico é feito com base na sintomatologia e observação das lesões típicas, e pelo recurso a exames complementares, como o isolamento do fungo, exame microscópio do pêlo da zona de transição (recolhido na zona limite da lesão circular), observação da fluorescência emitida pelo fungo (Lâmpada de Wood – atenção aos falsos negativos). O tratamento consiste numa acção tópica (Imidazóis, Clorhexidina, Iodopovidona, …), numa acção sistémica (Imidazóis, Griseofulvina, …), ou em ambos, dependendo da gravidade da lesão. De notar que é fundamental controlar os factores predisponentes, promovendo a higiene, desinfecção para eliminação de esporos, o isolamento dos animais infectados, a escovagem, etc.






http://aristocao.com/pt/content/view/31/40/

As dermatofitoses ou “tinhas” são infecções cutâneas superficiais, do Homem e dos animais, causadas por fungos, designados por dermatófitas, especializados na utilização de tecidos queratinizados como fonte de alimento: estrato córneo da pele, pêlos, unhas e patas, etc. Estes fungos são aeróbios estritos, ou seja necessitam de oxigénio para sobreviver.

São doenças contagiosas, sendo os indivíduos débeis e imunodeprimidos os mais susceptíveis ao desenvolvimento da infecção, tais como: jovens, idosos, fêmeas gestantes ou lactantes, e há também espécies mais predispostas, especialmente os gatos.

São doenças de distribuição mundial, sendo Microsporum canis o agente dermatófita mais isolado em cães e gatos (40-80 % dos casos). No entanto, ocorre também em cobaias, coelhos, hamsters, ratos, chinchilas, etc..





Os pêlos, as escamas e as crostas mantêm viáveis os esporos (formas dormentes de resistência em condições adversas) dos fungos dermatófitas durante muito tempo na Natureza, caso encontrem condições de frio seco.


Registam-se mais casos clínicos no Outono e Inverno, sendo a cura espontânea frequente na Primavera, apesar de, por vezes se registarem focos em pleno Verão.

As lesões progridem caso existam condições para o crescimento do micélio (estrutura do fungo): ambiente quente e húmido e um pH ligeiramente alcalino da pele. Por exemplo, a susceptibilidade do Homem aos dermatófitos é muito maior antes da puberdade, pois posteriormente o pH cai de 6.5 para 4. Esta alteração deve-se, sobretudo, à excreção de ácidos gordos pelas glândulas sebáceas. Os ácidos gordos são frequentemente fungistáticos (inibem o crescimento dos fungos).




O período de incubação médio da doença é de 14 a 28 dias (período compreendido entre a infecção e a manifestação de sintomas). A doença transmite-se por contacto directo com animais infectados e por contacto indirecto com fomites (objectos contaminados como escovas, camas, etc.)




Os sinais clínicos são variáveis, mas caracterizam-se, geralmente, por pequenas áreas de alopécia circulares com eritema periférico, escamas e crostas, assim como pêlos fracos e quebradiços que caem com facilidade, expandindo-se centrifugamente (de dentro para fora). Depois, ao confluírem com outras lesões circulares, originam “peladas” circulares típicas. Nas peladas antigas, coexistem pêlos novos (no centro da lesão) com pêlos mortos na periferia da lesão (crescimento activo da infecção).


O prurido é geralmente escasso ou inexistente. Outras características possíveis são: formação de pápulas, pústulas ou furúnculos, nódulos purulentos inflamatórios (kérion e favos) ou mesmo hiperpigmentação. As lesões podem afectar todo o corpo, mas aparecem principalmente na cabeça, orelhas, membros, cauda e unhas das patas dianteiras (unicomicoses).

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Editado pela última vez por Sandra K em sábado ago 14, 2010 3:12 pm, num total de 5 vezes.

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MensagemEnviado: domingo jul 18, 2010 7:44 pm 
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Sara Neves Escreveu:
Não sei se notaram mas parte do que está escrito foi feito por mim e pela Ana Alexandre.


Peço para retirarem o que está escrito e reencaminhem para o sitio no Site do coelho Anão na área da Saúde.

A moderação tomará providencias


venho fazer um pedido de desculpa no topico apesar de já o ter feito mp
não sabia de voçes estarem relacionadas com a loja
o topico é exelente ,e não não te vou pedir autorização para colocar aqui aquilo

vou pedir-te em nome de todos devido a ser um exelente trabalho que tu propria o coloques aqui por favor é mesmo muito bom

olha eu sei que já existe algo sobre doenças mas o pessoal não se dá ao trabalho de pesquisar e é sempre bom recordar e falar sobre este assunto

espero que me desculpas não tenho culpa que tenhas feito um exelente trabalho obrigado


se não quiseres colocar tudo coloca pelo menos o link é mesmo bom e acho que poderias colocar na actualidade

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MensagemEnviado: domingo jul 18, 2010 10:03 pm 
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Não precisas pedir desculpa. o problema não está na citação da fonte.

O problema está mesmo no site.. que copiou coisas de duas pessoas sem pedirem autorização (pelo menos a mim).. É só por esse motivo que falei para apagarem :)

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MensagemEnviado: segunda jul 19, 2010 3:26 pm 
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uffa pensei que tivesse feito asneira ok
esta gente devia era te pagar pelo exelente trabalho que lá esta :evil:

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MensagemEnviado: segunda jul 19, 2010 11:04 pm 
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Eu deixo copiarem tudinho.. por algum motivo não temos mecanismos que bloqueiem isso.. não somos narcisistas nem "agarrados", contudo gostamos apenas de um bocadinho de reconhecimento da parte de quem copia sem autorização.. só isso :)

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MensagemEnviado: terça jul 20, 2010 2:08 pm 
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obrigado mas realmente eu não sabia ,que queres as pessoas são assim mesmo :evil:

- diarreias muito fortes e frequentes
- não defecar ou urinar
- ventre inchado
- fezes ou urina com sangue *
- muco branco ou transparente a sair do ânus
- parasitas nas fezes
- recusa de comida ou água
- queixo molhado ou babado
- corrimento nasal e/ou espirros
- problemas respiratórios (respiração acelerada / respiração superficial...)
- cabeça torcida
- orelhas descaídas
- olhos inchados
- olhos lacrimejantes com corrimento
- ranger os dentes (sinal de dor) **
- queda de pêlo muito acentuada com formação de peladas ***
- crostas gordurosas na pele
- lamber, roçar ou coçar uma zona do corpo em demasia
- temperatura anormal
- perda de forças
- tremores
- perda de equilíbrio
- apatia
- agressão súbita
- perda de interesse no que o rodeia
- incapacidade de descansar e/ou dormir
- relutância em mover-se
- manter as pernas esticadas ou encolhidas o tempo todo
- feridas nas patas ou unhas a escamar
- dificuldade na locomoção
- inchaços na generalidade (em todo o coelho)

* não confundir com alterações da cor da urina devido à alimentação
** há que saber distinguir o ranger de dentes de dor do de contentamento
*** não confundir com mudança de pêlo em certas alturas do ano

Este post teve a colaboração da Sara Neves, a quem agradeço todas as informações.

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Editado pela última vez por Sandra K em quarta jul 21, 2010 4:28 pm, num total de 3 vezes.

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patologia dentaria




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As causas destas alterações podem ser muito variadas, mas estão invariavelmente relacionadas com o facto dos coelhos apresentarem durante toda a vida dentes de crescimento contínuo.

A dentição é composta por 28 dentes, para além dos incisivos, que se podem observar facilmente, têm também pré-molares e molares.

Devido às características anatómicas da boca dos coelhos, estes últimos não são fáceis de visualizar.

Os incisivos são utilizados para cortar o alimento enquanto os molares e pré-molares servem para moer a comida e reduzi-la a pequenos pedaços.

O desgaste dos dentes faz-se através da mastigação e pelo contacto entre dentes.

As causas de problemas dentários são muito variadas: podem ser hereditárias, congénitas ou adquiridas (por deficiências durante o crescimento, dieta inadequada ou por trauma).

As alterações de dentes nem sempre são fáceis de diagnosticar.

Por vezes os sintomas são apenas ligeiras alterações do comportamento, como comer ou beber menos e mudanças de hábitos alimentares.

Devido à sua natureza tímida e discreta, os coelhos não manifestam de uma forma evidente a dor ou mal-estar, por isso muitas vezes quando nos apercebemos das alterações, estas podem estar a decorrer já de uma forma crónica e podemos estar perante inflamações e infecções graves (abcessos das raízes dentária com envolvimento ósseo) e que dificultam muito o tratamento e podem mesmo resultar em alterações irreversíveis.

As alterações dentárias (devido ao relacionamento dos dentes com outras estruturas anatómicas), podem levar a patologias como o aparecimento de abcessos (com localização variável de acordo com os dentes afectados), rinites, sinusites, alterações oculares e alterações neurológicas.

O tratamento de patologia dentária em coelhos depende das alterações observadas.

É necessário um exame oral completo (que pode implicar anestesia para permitir uma inspecção cuidada da cavidade oral) e recorrendo a exames auxiliares (como radiografias) para auxiliar numa decisão terapêutica.


O tratamento varia de uma simples correcção de um sobrecrescimento de dentes, a excisão de abcessos, remoção dos dentes afectados e outros procedimentos de acordo com o grau de envolvimento de outras estruturas da cabeça.

O sucesso terapêutico está sempre relacionado com o diagnóstico precoce de patologia dentária mas também do tipo de dentes afectados e das alterações já presentes.


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